14 DE JULHO DE 2009
Por PEDRO NUNES
Estive pesquisando na internet durante um bom tempo. Não consegui achar um guia de hotéis razoavelmente isento. Todos eles tem banners de redes hoteleiras, ganham comissões em cima de reservas ou coisas do gênero (venda de posição em resultados de pesquisa).
Alguém conhece algum guia de hotéis brasileiros que seja minimamente imparcial quanto a suas informações? Se souberem favor comentar ou enviar um emal através do formulário de contato do site. Agradeço a todos.
9 DE JULHO DE 2009
Por PEDRO NUNES
Piemonte Suítes
Endereço: Rua Ministro Orozimbo Nonato, n° 488, Vila da Serra
Categoria: Executivo
Website: www.piemontehotel.com.br
No final de maio fui conhecer o Piemonte Suítes, flat voltado para o público executivo, localizado no bairro Vila da Serra (região conhecida como 6 Pistas), em Belo Horizonte. O flat fica próximo à Torre do Altavilla, aos hospitais Biocor e Vila da Serra (maternidade), sede administrativa da Fiat e Faculdade Milton Campos. Seus únicos concorrentes na região são o Diferencial Flat e o Mercure Apartments Vila da Serra. Essa região se encontra em franca expansão, tanto imobiliária (empreendimentos de alto padrão), quanto de empresas.
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30 DE JUNHO DE 2009
Por PEDRO NUNES
A rede 155 desembarca em São Paulo com hotel de baixo custo em breve. O mais interessante da proposta na minha opinião é aliar o preço baixo ao conforto mínimo que se exige e à modernidade. Equipamentos de boa qualidade como camas Spring, TV LCD de 32 polegadas e outros detalhes. Além disso a preocupação com o meio ambiente, demonstrada através da utilização de materais reciclados, e da reutilização da água das chuvas .
Aí está a demonstração que é possível unir competitividade a conforto e modernidade. Tem tudo para ser um sucesso. Maiores informações em http://www.155hotel.com.br/
23 DE JUNHO DE 2009
Por PEDRO NUNES
Temos falado reiteradamente aqui no blog, que uma das maiores falhas que um empreendimento hoteleiro pode cometer é a não ouvir seus clientes. Isso ocorre por falta dos instrumentos adequados para isso, por falta de divulgação dos instrumentos e principalmente por falta de interesse dos gestores. Atualmente, todo hotel possui fichas de avaliação, endereços de email, formulários de contato em websites entre outras formas de contato. Concordamos que essa é uma boa forma de receber feedback dos hóspedes. O que nos preocupa é que nesse caso, o hotel está sempre na posição defensiva. É necessário que algo aconteça para que o gerente geral ou chefia interessada tome conhecimento de possíveis problemas. Quando chega a informação, só cabe ao hotel tomar providências para que aquilo não mais aconteça.
A partir dessa constatação, voltamos ao ponto de que é imprescindível que gerentes gerais, gerentes de operação e chefias estejam presentes e disponíveis para os hóspedes. E mais do que isso, tomem a iniciativa de ir ao encontro desses hóspedes sem que nada de errado tenha acontecido. Acompanhar o dia-a-dia do hotel, principalmente em momentos críticos, como o check-in e check-out em dias movimentados, a hora de pico no café da manhã, o restaurante lotado no almoço entre outros. É esse o momento mais propenso para que problemas ocorram. Estando presente nesses momentos as chefias e gerências tem uma oportunidade ímpar de localizar problemas e gargalos na prestação do serviço, e principalmente, captar os sentimentos dos hóspedes nesses momentos. Ao conversar com o hóspede no calor do momento o gerente tem a possibilidade de sentir verdadeiramente o que se passa no momento, e não apenas o que a frieza de uma carta ou email pode demonstrar.
O grande problema dessas colocações é que sabemos que na grande maioria dos casos os gerentes de hotéis e também as chefias se perdem no dia-a-dia em seus afazeres. Sabemos bem que esses cargos possuem alto volume de atribuições, e que se nada for feito para quebrar esse círculo vicioso, o cliente continuará sendo negligenciado. Deixamos uma pergunta: porque os hotéis não criam o cargo de Gerente de Relacionamento? Esse gerente seria o responsável pela busca ativa de contato com os hóspedes. Ele seria a voz dos hóspedes junto aos gestores do hotel, e ao mesmo tempo os ouvidos do hotel junto aos clientes. Entendemos que hotéis de pequeno porte não tem estrutura nem faturamente suficiente para ter tal cargo, mas hotéis médios ou maiores deveriam pensar nessa possibilidade. Dessa forma a busca constante por antecipar as necessidades dos hóspedes, a capacidade de evitar que problemas banais aconteçam e mais do que isso a sensibilidade para captar sinais que possibilitem o hotel criar novos serviços e atender melhor seus cliente se tornariam cada vez maiores. Como podemos ver a consequência de um trabalho dessa magnitude é a criação de relacionamentos duradouros e com isso a tão sonhada fidelidade dos clientes.
8 DE JUNHO DE 2009
Por PEDRO NUNES
O Mercure Lourdes, situado em Belo Horizonte vai oferecer treinamento com 12 horas/aula para seus colcaboradores aprenderem o básico da língua inglesa. Com essa iniciativa, o Programa “Do you speak english?” visa capacitar funcionários a entender e responder às necessidades mais básicas dos hóspedes estrangeiros do hotel. O treinamento vai abarcar as frases mais comuns da língua inglesa, bem como as mais necessárias no dia-a-dia de um hotel. Além disso será fornecido um guia de bolso contendo a frase em portugês, sua tradução para o inglês e a pronuncia correta.
Comentário: Como primeira iniciativa esse programa é louvável. O passo mais difícil nesse processo é envolver os colaboradores e quebrar a barreira inicial para quem não conhece a língua. Colocar as coisas de forma simples e derrubar os mitos ou travas psicológicas é essencial. E o guia de bolso também ajuda como suporte para essa função.
Porém entendemos que 12 horas/aula de treinamento é muito pouco. Corre-se o risco de criar mais situações constrangedoras entre hóspedes e colaboradores ao longo do tempo. Além disso, caso o processo não seja continuado, os funcionários podem se sentir desmotivados para o uso corrente do que for aprendido. Com o porte do hotel (quase 400 UH´s) e o constante fluxo de hóspedes estrangeiros podemos afirmar com certeza que esse primeiro passo deve se transformar em um processo constante de treinamento na língua inglesa. E quem sabe com o tempo incluir também o espanhol, também indispensável nos dias de hoje.